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Fotos: Campanha Previna-se (Ação Global)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Confira algumas fotos da Campanha Previna-se nos Eventos da Ação Global, promovidos pelo SESI, Rede Globo, SONESP e SBN.

Convite & Programação: Dia Mundial do Rim 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

A Sociedade Brasileira de Nefrologia, Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo, PREVINA-SE e BAXTER realizarão evento em comemoração ao Dia Mundial do Rim. Na ocasião será apresentado o panorama da Doença Renal Crônica no Brasil e no Estado de São Paulo, com o objetivo de debater os principais desafios para a sua prevenção e tratamento. Haverá ativa participação das Associações de Pacientes e seus familiares.

SERVIÇO:
Data: 12 DE MARÇO DE 2010
Local: Auditório Franco Montoro | Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – Parque do Ibirapuera
Mais Informações: (11) 5579-1242

PROGRAMA:
17h00
Exposição do PROJETO ESCOLHER E VIVER do Fotógrafo e Documentarista, André François, retratando o tratamento e a qualidade de vida dos pacientes renais crônicos.
17h00
Campanha de Prevenção de DRC: teste de urina I, glicemia, pressão arterial e IMC.
18h00
FÓRUM: Importância das Associações Médicas e de Pacientes no Avanço das Políticas Públicas para DRC.
1.Papel das Sociedades Médicas – Dr. Emmanuel Burdmann – Presidente SBN
2.Papel das Associações de Pacientes – Dr. Williams S. Oliveira – Presidente da VIDO
3.Diálise Peritoneal – Visão Médica – Dr. Hugo Abensur – Nefrologista
4.Importância da Prevenção da DRC – Dra. Gianna M. Kirsztajn – Coordenadora do PREVINA-SE
5.Diálise Peritoneal – Visão do Usuário – Mônica AP. Pacífico – usuária de DPA / Maristane T. Santos – usuária de DPAC
20h00
Sessão Solene
21h00
Coquetel no Hall Monumental da Assembléia Legislativa de São Paulo

SBN e SONESP relatam crise na diálise

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Em matéria para o Brasil Econômico o Presidente da SBN, Dr. Emmanuel Burdmann e o Diretor da SONESP, Dr. Ruy Barata, relatam a crise na diálise.

Clique na imagem ao lado ou AQUI para ler na íntegra.

Fonte: Marcelo Cabral (Brasil Econômico)

Nephron Forum – AKI in Urban area of Brazil

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Nephron Forum – AKI in Urban area of Brazil, dia 25 de setembro de 2009, às 18:20H no XV Congresso Paulista de Nefrologia.

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Doença renal crônica atinge 12 milhões no Brasil

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

020909aAproximadamente 12 milhões de brasileiros apresentam algum grau de insuficiência renal e 52 milhões correm risco de desenvolver o problema por serem idosos, obesos, diabéticos, hipertensos ou terem algum histórico familiar – os principais grupos de risco da doença. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a insuficiência renal afeta um em cada dez indivíduos, mas cerca de 90% não sabem que têm a doença, uma realidade que muitos desconhecem e que poderia ser evitada.
A falta de informação e a ausência de sintomas nos estágios iniciais da doença – eles só se manifestam quando o rim já perdeu 50% de sua função -, levam, na maioria dos casos, a um diagnóstico tardio. Na prática, isso significa que o paciente necessitará de diálise ou até mesmo de um transplante de rim, o que poderia ser evitado na maioria dos casos.
“Devido à demora no diagnóstico, os pacientes já chegam ao serviço de saúde em estado crítico, precisando de tratamentos mais complexos, que podem comprometer sua qualidade de vida. A situação poderia ser evitada se a doença fosse detectada em fase inicial, com uma simples dosagem de creatinina no sangue e análise de urina”, afirma a nefrologista Altair Lima, presidente da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo – SONESP.
Cerca de 95 mil renais crônicos no país dependem de diálise ou transplante para sobreviver. A estimativa dos especialistas é que esse número ultrapasse 105 mil casos em 2010 e duplique nos próximos dez anos, sobrecarregando o sistema de saúde.
Atualmente, os pacientes já enfrentam a falta de vagas em clínicas e hospitais para realizar hemodiálise ou precisam percorrer longas distâncias para ter acesso à terapia, o que dificulta a adesão ao tratamento e aumenta a incidência de óbitos. Estima-se que, a cada ano, cerca de 4 mil pacientes não conseguem vaga para se tratar.
Do total de doentes em diálise, cerca de 90% submetem-se à hemodiálise e o restante dos pacientes encontraram-se na Diálise Peritoneal (DP), modalidade domiciliar de terapia renal, geralmente realizada à noite – o que possibilita que levem vida ativa e praticamente normal.
“Além de facilitar a adesão ao tratamento, a DP é uma alternativa para a falta de vagas para hemodiálise nos hospitais e clínicas do país. Ela é muito vantajosa para crianças, que não precisam perder aula, e pacientes que vivem distante dos centros de hemodiálise”
Fonte: Rede Notícia

Número de pacientes em diálise sobe 84% em 8 anos

quarta-feira, 11 de março de 2009

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De 2000 a 2008, o número de pacientes que fazem diálise no Brasil cresceu 84%. Os dados, de um censo feito pela SBN (Sociedade Brasileira de Nefrologia) com metade das 684 unidades de nefrologia do país, refletem o aumento no número de casos de doença renal crônica, decorrentes, especialmente, da maior incidência de hipertensão e diabetes.

Quando não controlados, os dois problemas danificam os vasos sanguíneos, o que é especialmente prejudicial no caso do rim, órgão filtrador.

Segundo o estudo, 87 mil pessoas fizeram o procedimento em 2008, enquanto em 2000 eram 42,7 mil. Em 35,8% dos casos, o que levou à insuficiência renal foi a hipertensão. O diabetes está em segundo lugar, com 25,7% dos casos. A glomerulonefrite (inflamação em certas estruturas renais), que já foi a principal responsável por doenças renais crônicas, aparece com 15,7%.

“Estamos ficando com um perfil semelhante ao de primeiro mundo. Devido aos hábitos de vida, as pessoas estão engordando mais e tendo esses problemas. Vivemos uma verdadeira epidemia de doença renal crônica”, diz Gianna Mastroianni, nefrologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e coordenadora do comitê de prevenção de doenças renais da SBN.

Segundo ela, o maior acesso à diálise e ao diagnóstico de doença renal contribui para o aumento revelado pela pesquisa, mas é um fator minoritário.

Apesar do aumento no número de pacientes em diálise, muitos serviços estão sobrecarregados, o que obriga os pacientes a fazerem o procedimento longe do local onde moram ou até de madrugada.

Diagnóstico precoce:

O nefrologista Emmanuel Burdmann, presidente da SBN, afirma que a detecção da doença vem aumentando ao longo dos anos, mas que o subdiagnóstico ainda é grande.

Apesar de a identificação ser feita por meio de dois exames simples –um de urina e outro que mede uma proteína chamada creatinina no sangue–, a estimativa é que haja de duas a três vezes mais casos do que os já identificados.

Amanhã, Dia Mundial do Rim, a SBN começará uma campanha nacional para incentivar o diagnóstico precoce e evitar que o paciente evolua até o último grau da doença renal crônica: a insuficiência renal, que leva à filtração por meio de diálise e ao transplante de rim. Quando identificada no início, a doença pode ser revertida.

Um dos complicadores é que o problema demora a se manifestar. “A doença renal é silenciosa, sorrateira. Quando começa a dar sinais, há pouco a ser feito”, diz Burdmann. Espuma na urina, inchaço, anemia e vômitos são alguns sintomas.

Para Mastroianni, muitos médicos não incluem os exames de urina e creatinina nos check-ups porque a doença renal não era tão prevalente na época em que se formaram. “Não existe cultura de procurar doença renal no país.”

A recomendação é que os exames sejam feitos principalmente por quem pertence a grupos de risco para a doença –hipertensos, diabéticos e pessoas com mais de 50 anos. Quem tem infecções urinárias de repetição também deve ficar mais atento.

“Os exames custam centavos e trazem uma relação custo-benefício gigante”, diz Burdmann. O país gasta por ano R$ 2 bilhões com diálise e transplantes renais.

fonte: Bol Notícias