Posts com a Tag ‘doença renal crônica’

Aprovado em 2ª votação projeto de lei sobre DRC

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Vereador Gilberto Natalini

Foi aprovado em 2ª votação na Câmara Municipal de São Paulo, o projeto de lei número 01-0532/2007 do Vereador Gilberto Natalini que, se sancionado pelo Prefeito, prevê em âmbito municipal o disposto:

Art. 1º – Fica instituído, no âmbito do Município de São Paulo, o Programa de Prevenção e Combate às Doenças Renais Crônicas (DRC).

Art. 2º – O programa instituído no artigo 1º desta Lei será desenvolvido no âmbito da Rede Pública Municipal de Saúde, com apoio de especialistas, de Sociedades Médicas Científicas, de representantes de associações de portadores de Doenças Renais Crônicas (DRC) e terá como objetivo:

I – promover estratégias para a prevenção, o diagnóstico e tratamento das Doenças Renais Crônicas, o mais precoce possível e na fase crônica, em todas as unidades da Rede Pública Municipal de Saúde, articulado com os programas de hipertensão arterial e diabetes mellitus;

II- desenvolver um sistema de informações e de acompanhamento pelo Poder Público de todos que no Município tenham diagnóstico do problema ou que apresentem outras doenças relacionadas como a pressão alta (hipertensão), doenças cardiovasculares e diabetes, com a elaboração de um cadastro específico dessas pessoas;

III- organizar um sistema de capacitação de profissionais da área da saúde, especialmente, da Rede Pública Municipal de Saúde, particularmente, de equipes de Saúde da Família, médicos clínicos gerais, nefrologistas, nutricionistas, psicólogos e enfermeiros especializados, por meio de cursos, treinamentos, seminários e estágios para atendimento, diagnóstico e tratamento da população com incidência risco dos problemas de Doenças Renais Crônicas e das doenças correlacionadas : hipertensão arterial, diabetes mellitus e doença cardiovascular, pressão alta (hipertensão), cálculo renal, infecções urinárias e diabete;

IV- estabelecer programa de realização de exames laboratoriais sangue e de urina na Rede Pública Municipal de Saúde para medição e avaliação análise de creatinina, clearance estimado de creatinina, microalbuminúria e urina I, com objetivo de detectar a Doença Renal Crônica em seu estágio inicial, quando é possível o seu tratamento ou retardar a sua evolução par estágios mais graves, com medidas simples e de pouco custo.

V – otimizar as relações entre as áreas médicas públicas e privadas de modo a possibilitar a mais ampla troca de informações, inclusive, dos profissionais de saúde entre si e com os pacientes, para o combate à DRC ao problema e a ampliação da qualidade de vida para os seus portadores e respectivos familiares;

VI- pesquisas sobre o assunto para melhorar a qualidade de vida do indivíduo, criar um banco de dados completo com todas as informações sobre a DRC e as outras doenças correlacionadas, até mesmo pelo estabelecimento de intercâmbios com universidades, hospitais universitários e hemocentros, podendo a Municipalidade firmar convênios, quando necessário, para a consecução desses objetivos com colaboradores especializados;

VII- desenvolver campanhas de esclarecimento da população sobre a DRC, especialmente, sobre sintomas, tratamento e sobre os locais de atendimento para informação e encaminhamento.

Art. 3º – As campanhas de esclarecimento sobre a DRC (Doenças Renais Crônicas) deverão ser empreendidas através das seguintes iniciativas, dentre outras possíveis, para esclarecimento geral da população:

I – elaboração de cadernos técnicos para profissionais da rede pública de educação e saúde;

II – criação de cartilhas e folhetos explicativos para a população em geral;

pl0532-2007.doc 2

III – campanhas em locais públicos de grande circulação ou campanhas focadas em públicos específicos;

IV- divulgação dos endereços das unidades de atendimento para informação, encaminhamento e tratamento através dos meios de comunicação de ampla divulgação e circulação.

Art. 4º – O Poder Público poderá buscar apoio em outras instituições para desenvolver o Programa de Conscientização para uma melhor oportunidade e qualidade de vida das pessoas com problema de DRC e suas conseqüências.

Art. 5º- As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.

Art. 6º – Esta Lei será regulamentada, pelo Poder Executivo, no que couber, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, contado de sua publicação.

Art. 7º – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Fonte: Assessoria Parlamentar do Ver. Gilberto Natalini

HCFMB promove ações internas para conscientizar sobre Doenças Renais Crônicas

sexta-feira, 11 de março de 2011

Médicos e Enfermeiros da Unidade de Diálise do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) promoveram nessa quinta-feira, dia 10, ações internas de conscientização e informações sobre Doenças Renais Crônicas (DRC), em comemoração ao Dia Mundial do Rim, que em 2011 apresenta o tema “Proteja os seus rins, salve o seu coração”.
Com a distribuição de panfletos informativos a servidores, estudantes e usuários do hospital, a campanha desenvolvida nas dependências do hospital alertou quanto aos perigos e crescimento de casos de DRC- lesões que comprometem as funções do rim e que impedem a plena atividade desse órgão, responsável pela eliminação de toxinas e substâncias que não são mais importantes ao corpo.

Uma das atividades a serem desenvolvidas ocorrerá na próxima semana, com treinamento realizado às equipes médica e de enfermagem da Unidade Básica de Saúde do Distrito de César Neto, em Botucatu. Com a capacitação, poderão ser realizados exames de rastreamento de DRC em comunidades mais afastadas do centro urbano do município.
Além da distribuição de panfletos, a equipe responsável pela campanha também concede durante a semana, entrevistas em veículos de comunicação local e promove ações de rastreamento dentro do próprio hospital. Uma das ações ocorreu também no dia 10, quando mais de 50 funcionários de uma empresa prestadora de serviços passaram por exames e responderam a um questionário para verificação do risco de desenvolvimento de Doença Renal Crônica.

Em longo prazo, a ação de rastreamento deverá se estender para outras seções do HCFMB e também da Faculdade de Medicina de Botucatu. “Esse é apenas o começo de uma ação que deve ser desenvolvida durante todo o ano. Queremos verificar a situação de vida e se esses servidores estão propensos ao desenvolvimento das Doenças Renais Crônicas”, explica a coordenadora da Unidade de Diálise do HCFMB, profª Jacqueline Caramori.

No dia 17, as equipes realizarão novamente rastreamento de situações de risco para as Doenças Renais Crônicas no saguão principal do Hospital das Clínicas e dependências do Instituto de Biociências, ambos no campus da Unesp, em Rubião Júnior. Das 8 às 12 horas ocorrerão coletas de sangue e glicemia, proteína na urina e também aferição de Pressão Arterial.

Estima-se que mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo sofram com as DRCs. Entre as que têm maior propensão ao seu desenvolvimento estão as que apresentam pressão alta, diabetes, doenças cardiovasculares, casos de doenças renais crônicas na família e idosos.

As ações realizadas no HCFMB contaram com o apoio da Liga Estudantil do Rim e da Hipertensão Arterial da Faculdade de Medicina de Botucatu, Servidores da Seção Técnica de Hemodiálise e da Nefrologia, aprimorandos de Enfermagem, Nutrição, Psicologia e Serviço Social.

Fonte: Flávio Fogueral/ Jornal da FMB

Fotos: Evento Associação VIDO em Carapicuíba

quinta-feira, 19 de agosto de 2010
A Associação VIDO – Viver Intensamente Doando Órgãos, que é a associação dos renais crônicos da região Oeste de São Paulo, realizou evento de sensibilização sobre a Hemodiálise no último dia 06/08/2010.
Com foco na prevenção da doença renal crônica (considerada como uma epidemia mundial) o evento também visou a conscientização e a doação de órgãos.
A iniciativa da realização foi da própria Associação VIDO em conjunto com a Prefeitura Municipal de Carapicuíba.

Confira as fotos do evento

Entrevista: Dra. Altair Lima fala sobre Prevenção e Crise na Diálise

sexta-feira, 19 de março de 2010

Em entrevista para a rádio Jovem Pan no dia 17 de março de 2010, a Presidente da SONESP, Dra. Altair Lima falou amplamente sobre a importância conscientização da população sobre os perigos da doença renal, os tratamentos e métodos preventivos existentes e também sobre a crise que vem minando o setor de diálise.

Confira o vídeo na íntegra abaixo.

Doença renal crônica atinge 11% da população mundial

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A doença renal crônica tem se alastrado em todo o mundo e já atinge 11% da população. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 90% das pessoas não sabem que têm o problema, já que não há sintomas aparentes nos primeiros estágios. Isso leva, na maioria dos casos, ao diagnóstico tardio, quando há insuficiência renal avançada e já é necessário fazer diálise ou transplante, o que poderia ser evitado.

O grupo de risco engloba idosos, obesos, diabéticos, hipertensos ou pessoas com histórico familiar, que devem fazer, uma vez por ano, exames de urina e de dosagem de creatinina no sangue. “Esses exames podem detectar alterações precocemente e o problema poderá ter cura”, diz a nefrologista Altair Lima, presidente da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo. Somente no Estado, há mais de 12 milhões de pessoas com risco de desenvolver o problema, segundo dados de 2008.

A doença renal crônica tem cinco estágios. “Ela se instala quando há uma lesão renal por mais de três meses, com função renal normal, aumentada ou diminuída”, explica Altair. No primeiro estágio, a função renal é normal. Com o passar do tempo, a função dos rins diminui e, quando isso ocorre, há a insuficiência renal. “O tratamento é indispensável para a sobrevida do doente”, completa. Além de ser grave por si só, a doença é uma das principais causas de problemas cardiovasculares, como acidente vascular cerebral (AVC) e morte súbita.

O nefrologista Hugo Abensur, do Hospital das Clínicas (HC), afirma que há dois tipos de tratamento, que são adotados de acordo com a gravidade da doença. O primeiro é feito com remédios. No segundo, que engloba menos de 10% dos pacientes, é feita hemodiálise, em clínicas e hospitais, diálise peritoneal, em casa, ou transplante – há 30 mil pessoas na fila e, por ano, 3 mil são operadas. (agência estado)

Levantamento da doença renal nos Estado Unidos será mais atual

terça-feira, 13 de outubro de 2009

141009cDados de incidência e prevalência da doença renal crônica, nos Estados Unidos, estarão disponíveis de forma mais atualizada, segundo o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais (NIDDK, na sigla em inglês). Os dados estarão disponíveis na internet a partir do Sistema de Dados Renais dos Estados Unidos (USRDS, na sigla em inglês) quando ocorrer novo levantamento em dezembro de 2009.

A primeira das novas tabelas de levantamento que mostra incidência e prevalência conta até dezembro de 2008. Como as tabelas são atualizadas trimestralmente, um adicional de três meses será adicionado na contagem. A próxima atualização em Dezembro de 2009 vai incluir contagens paciente através de Março de 2009.

Leia a notícia na íntegra aqui

O Brasil ainda não fornece atendimento suficiente a quem precisa de um novo rim

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Assista ao vídeo da TV Cultura com o tema “Doença Renal Crônica” veiculado no dia 18/08/2009 e que teve a participação da Presidente em exercício da SONESP, Dr. Altair Lima, do Tesoureiro da entidade e Coordenador do Programa de Diálise do HC/SP, Dr. Hugo Abensur, e também do Dr. José Medina, Diretor do Hospital do Rim e Hipertensão.

Doença renal crônica atinge 12 milhões no Brasil

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

020909aAproximadamente 12 milhões de brasileiros apresentam algum grau de insuficiência renal e 52 milhões correm risco de desenvolver o problema por serem idosos, obesos, diabéticos, hipertensos ou terem algum histórico familiar – os principais grupos de risco da doença. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a insuficiência renal afeta um em cada dez indivíduos, mas cerca de 90% não sabem que têm a doença, uma realidade que muitos desconhecem e que poderia ser evitada.
A falta de informação e a ausência de sintomas nos estágios iniciais da doença – eles só se manifestam quando o rim já perdeu 50% de sua função -, levam, na maioria dos casos, a um diagnóstico tardio. Na prática, isso significa que o paciente necessitará de diálise ou até mesmo de um transplante de rim, o que poderia ser evitado na maioria dos casos.
“Devido à demora no diagnóstico, os pacientes já chegam ao serviço de saúde em estado crítico, precisando de tratamentos mais complexos, que podem comprometer sua qualidade de vida. A situação poderia ser evitada se a doença fosse detectada em fase inicial, com uma simples dosagem de creatinina no sangue e análise de urina”, afirma a nefrologista Altair Lima, presidente da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo – SONESP.
Cerca de 95 mil renais crônicos no país dependem de diálise ou transplante para sobreviver. A estimativa dos especialistas é que esse número ultrapasse 105 mil casos em 2010 e duplique nos próximos dez anos, sobrecarregando o sistema de saúde.
Atualmente, os pacientes já enfrentam a falta de vagas em clínicas e hospitais para realizar hemodiálise ou precisam percorrer longas distâncias para ter acesso à terapia, o que dificulta a adesão ao tratamento e aumenta a incidência de óbitos. Estima-se que, a cada ano, cerca de 4 mil pacientes não conseguem vaga para se tratar.
Do total de doentes em diálise, cerca de 90% submetem-se à hemodiálise e o restante dos pacientes encontraram-se na Diálise Peritoneal (DP), modalidade domiciliar de terapia renal, geralmente realizada à noite – o que possibilita que levem vida ativa e praticamente normal.
“Além de facilitar a adesão ao tratamento, a DP é uma alternativa para a falta de vagas para hemodiálise nos hospitais e clínicas do país. Ela é muito vantajosa para crianças, que não precisam perder aula, e pacientes que vivem distante dos centros de hemodiálise”
Fonte: Rede Notícia

Vídeo: Prevenção da Doença Renal Crônica – Parte 2

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Assista agora a segunda e última parte do vídeo de Prevenção da Doença Renal Crônica produzido pela Faculdade de Medicina de Botucatú, Estado de São Paulo.

Vídeo: Prevenção da Doença Renal Crônica – Parte 1

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Assista agora a primeira parte do vídeo de Prevenção da Doença Renal Crônica produzido pela Faculdade de Medicina de Botucatú, Estado de São Paulo.