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Osasco adota Semana de Prevenção à DRC

quarta-feira, 28 de abril de 2010
Município insere período no calendário oficial de atividades a ser realizado na segunda semana de março anualmente.
A Associação dos pacientes renais crônicos de Osasco e região (VIDO) obteve mais uma conquista na direção de chamar a atenção para a doença renal crônica (DRC). A entidade poderá realizar com mais consistência uma série de eventos em torno da enfermidade. É que a Câmara Municipal de Osasco aprovou a lei 4.364, de 29 de outubro de 2009, de autoria do Vereador Valmir Prascidelli, que insere no calendário municipal a semana de prevenção de DRC.
O período de atividades oficiais está previsto para acontecer sempre na segunda semana do mês de março anualmente. Com isso, os pacientes aumentam as chances de receberem apoios de empresas e diferentes organizações sociais em torno das atividades de prevenção à DRC na região.
Veja a lei na íntegra abaixo:
Osasco, 29 de outubro de 2009.
LEI N.º 4.364, de 29 de outubro de 2009.
Dispõe sobre a inserção no calendário oficial do município da
Semana de Prevenção às Doenças Renais.
EMIDIO DE SOUZA, Prefeito do Município de Osasco, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei, FAZ SABER, que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte lei:
Art. 1º Fica inserido no Calendário Oficial do Município “Semana de Prevenção às Doenças Renais”.
Art. 2º O evento a que se refere o art. 1º deverá ser comemorado anualmente, na segunda semana do mês de março.
Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Osasco, 29 de outubro de 2009.
EMIDIO DE SOUZA
Prefeito

Fotos: Dia Mundial do Rim 2010 (São Paulo)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Confira as imagens do Dia Mundial do Rim 2010 realizado na Assembléia Legislativa de São Paulo no último dia 11 de março de 2010.

Entrevista: Dra. Altair Lima fala sobre Prevenção e Crise na Diálise

sexta-feira, 19 de março de 2010

Em entrevista para a rádio Jovem Pan no dia 17 de março de 2010, a Presidente da SONESP, Dra. Altair Lima falou amplamente sobre a importância conscientização da população sobre os perigos da doença renal, os tratamentos e métodos preventivos existentes e também sobre a crise que vem minando o setor de diálise.

Confira o vídeo na íntegra abaixo.

Dia Mundial do Rim ganha um novo amigo

quarta-feira, 17 de março de 2010

Dra. Altair Oliveira de Lima (Presidente da Sonesp); Gilberto Kassab (Prefeito de São Paulo) e Estevam Galvão de Oliveira (Deputado Estadual)

A sessão solene em comemoração ao Dia Mundial do Rim foi realizada na noite de sexta-feira, dia 12 de março, no Auditório Franco Montoro, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, sob os acordes da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo, que tem como presidente a Dra. Altair Oliveira de Lima, com o apoio da Sociedade Brasileira de Nefrologia e do deputado estadual Estevam Galvão de Oliveira.

Na ocasião foram apresentados o panorama da Doença Renal Crônica no Brasil e no Estado, com o objetivo de debater os principais desafios para a sua prevenção e tratamento. As atividades começaram às 17 horas com exposição do Projeto Escolher e Viver do fotógrafo e documentarista André François e a Campanha de Prevenção de DRC, com testes de urina I, glicemia, pressão arterial e IMC. Em seguida foi realizado um Fórum e após a sessão solene foi servido um coquetel no Hall Monumental da ALESP.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, foi homenageado com o título de “Amigo do Rim”, pelos significativos investimentos realizados na área de nefrologia.

Foto: Tiago Sievers

Clipping: Dia Mundial do Rim consegue ampla divulgação em 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Dia Mundial do Rim 2010 foi Destaque na mídia

Confira um breve clipping com links para as notícias e veículos que promoveram e divulgaram o Dia Mundial do Rim 2010.

AQUI ACONTECE – Dia Mundial do Rim chama atenção para o risco de doença renal em diabéticos (leia na íntegra AQUI)

AGECOM (Bahia) – Fotos da Campanha (veja na íntegra AQUI)

GLOBO NEWS – Dia Mundial do Rim: quase 10% dos brasileiros têm problemas renais (leia na íntegra AQUI)

BAND – Campanha de conscientização marca o dia Mundial do Rim (leia na íntegra AQUI)

SBD – Fundação Pró-Rim e o Dia Mundial do Rim (leia na íntegra AQUI)

Vídeo: Vereador de São Paulo, Dr. Gilberto Natalini fala sobre o Dia Mundial do Rim e a SONESP

terça-feira, 16 de março de 2010

Solenidade do Dia Mundial do Rim na Assembléia Legislativa (SP)

terça-feira, 16 de março de 2010

Estevam discursa durante as comemorações do Dia Mundial do Rim

O médico e vereador por São Paulo, Gilberto Natalini, propôs que o Conselho Federal de Medicina concedesse ao deputado Estevam Galvão, líder do Democratas na Assembleia, o título de “Nefrologista honorífico”, pelo relevante trabalho prestado ao setor nos últimos anos. O anúncio foi feito durante as comemorações do Dia Mundial do Rim, realizada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, em parceria com o deputado Estevam, na noite de 12/3, durante evento ocorrido na Assembleia, que incluíram uma série de palestras, debates e ações de prevenção da doença renal crônica.
Às 20h teve início o ato solene, cujo tema foi “Panorama da Doença Renal Crônica no Brasil e no Estado de São Paulo”. Na oportunidade, o prefeito Gilberto Kassab, presente ao evento, foi homenageado pela Sociedade Paulista e Brasileira de Nefrologia, graças ao trabalho que vem realizando junto à Secretaria de Saúde do município em prol dos doentes renais crônicos.
Ao entregar a honraria ao prefeito, a presidente da Sonesp, Altair Lima, afirmou que Kassab é o “primeiro prefeito que efetivamente se preocupa com a nefrologia. “O Brasil está sofrendo o apagão da diálise, a situação está caótica e neste contexto o prefeito Gilberto Kassab tem se mostrado um gestor competente e preocupado com a saúde. Aplicou 22% do orçamento municipal no setor, paga em dia os custos da nefrologia e tem visto nossos problemas com prioridade”, afirmou.
Fonte: assessoria do deputado Estevam Galvão (egalvao@al.sp.gov.br)

SBN e SONESP relatam crise na diálise

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Em matéria para o Brasil Econômico o Presidente da SBN, Dr. Emmanuel Burdmann e o Diretor da SONESP, Dr. Ruy Barata, relatam a crise na diálise.

Clique na imagem ao lado ou AQUI para ler na íntegra.

Fonte: Marcelo Cabral (Brasil Econômico)

Ato médico é aprovado e segue para o plenário

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

191009a1A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara aprovou nesta quarta-feira (14) o projeto de lei que regulamenta e estabelece as atividades privativas do profissional de medicina. O relatório do deputado Eleuses Paiva (DEM-SP) ao projeto denominado “ato médico” foi aprovado por unanimidade, após a retirada de dois destaques que modificavam pontos polêmicos da proposta.

O relatório foi aprovado sob forte comemoração de médicos presentes na reunião. Farmacêuticos, fisioterapeutas, enfermeiros e outros profissionais da área de saúde também comemoraram em parte o texto aprovado, mas prometeram manter no plenário a pressão para que sejam feitas outras mudanças no projeto.

Entre as alterações na Comissão de Seguridade, o relator incluiu entre as atividades não privativas dos médicos “os diagnósticos psicológico, nutricional e socioambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial, perceptocognitiva e psicomotora”.

O relator manteve a possibilidade de que outros profissionais da área de saúde exerçam a atividade de acupuntura. A mudança já havia sido feita pelo relator do ato médico na Comissão de Educação e Cultura, deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), que acolheu uma emenda que retira das atividades privativas dos médicos “o estímulo cutâneo em tonificação ou sedação”.

Polêmica

Entre as mudanças ainda sem consenso, está a alteração sugerida pelo deputado Marcelo Serafim (PSB-AM), farmacêutico-bioquímico de formação. Serafim afirma que, em plenário, tentará retirar do projeto o item que classifica como privativo dos médicos “o diagnóstico citopatológico”.

O texto aprovado na comissão anterior já retirava da lista de prerrogativas dos médicos a realização de exames citopatológicos (como o papanicolau) e seus laudos, mas mantinha esse tipo de diagnóstico como privativo dos médicos.

“Já entendemos que o projeto explicita que o laudo do exame citopatológico pode ser realizado pelos outros profissionais da saúde. Nossa preocupação é que, mantido o termo ‘diagnóstico citopatológico’ como privativo dos médicos, isso gere lá na frente a possibilidade de dizer que a realização do exame também é privativo dos médicos, no entendimento de que o exame é diagnóstico. A gente já queria deixar isso resolvido”, explica o autor do destaque retirado.

O destaque do parlamentar amazonense foi retirado após entendimento com o relator da matéria. Eleuses Paiva se comprometeu a levar a discussão para o Ministério de Saúde, para que não seja desrespeitada a regulamentação de outros profissionais da área. 

“Não se pode passar por cima da regulamentação de outras profissões. Se não tiver esse trabalho por parte de outros profissionais, não vai ter gente suficiente para fazer a leitura das lâminas com a pressa fundamental para a saúde”, argumentou Serafim.

Sem consenso

Outro impasse que será levado para o plenário é a retirada do rol de atividades privativas dos médicos os “procedimentos invasivos que impliquem a penetração em orifícios naturais do corpo, que atingem órgãos internos”. Um exemplo desse tipo de procedimento é a coleta de material da orofaringe. Para realizar essa coleta, é necessária a realização de um procedimento invasivo na boca.

Segundo o autor do destaque retirado sobre o assunto, deputado Lobbe Neto, “a coleta de material biológico é condição primordial para a realização dos exames laboratoriais” e “na maioria dos procedimentos, os profissionais da área de saúde necessitam invadir orifícios naturais do corpo para obtenção do material a ser analisado”.

Também deve ir para plenário a discussão sobre o papel do médico em campanhas de saúde, como o Programa Nacional de Vacinação. Parlamentares argumentam que não estão claras quais funções serão privativas dos médicos nesses programas. “Não entendemos como ficou. Se, por exemplo, em uma campanha de vacinação, a vacina precisará de prescrição médica. Isso precisa ser mais bem esclarecido”, questionou a deputada Rita Camata (PSDB-ES).

Tramitação

A proposta agora segue para votação em plenário. A intenção é apreciar o projeto na próxima terça-feira (20), quando será realizada na Casa uma sessão solene em homenagem ao Dia do Médico, comemorado no dia 18 de outubro.

“A proposta foi aprovada por unanimidade [na Comissão de Seguridade] e, inclusive, foram retirados os destaques. Se esse acordo for mantido, está resolvido”, considerou o deputado Rafael Guerra (PSDB-MG). Guerra, que na semana passada afirmou que a classe médica não deveria fazer mais concessões aos outros profissionais de saúde, considerou satisfatório o relatório aprovado nesta manhã.

O projeto do ato médico tramita no Congresso há sete anos. A proposta chegou à Câmara em dezembro de 2006, após ser apreciada no Senado. Na Câmara, já passou pelas comissões de Trabalho, de Constituição e Justiça (CCJ), de Educação e Cultura e agora de Seguridade Social e Família. A proposta tramita em caráter de urgência.

Fonte: Renata Camargo (congressoemfoco.com.br)

O dever do Estado em cobrir tratamentos em hospitais públicos

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Artigo puiblicado nesta quarta-feira (14) mostra dos direitos do cidadão assegurados em lei

Quando o Estado tem a obrigação de cobrir tratamentos realizados em hospitais públicos? É a pergunta que a advogada Melissa Areal Pires procura responder em artigo publicado no portal Saúde Business Web.

Foto: DivulgaçãoA advogada cita a lei Lei 8.080/90 que dispõe em seu artigo 2º que “a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício”. E no §1º do citado artigo, afirma que “o dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.”

Para ela, a lei não está sendo cumprida como mostra a realidade da prestação de serviço nos principais hospitais públicos brasileiros. “Um dos problemas mais sérios sofridos pelos cidadãos brasileiros que recorrem ao SUS é a falta de leitos nos hospitais públicos”, diz no texto.

A advogada cita pesquisa realizada pelo Sistema DataSUS, do Ministério da Saúde, na qual mostra que especificamente no Estado do Maranhão, a situação é alarmante: há quase 50 pessoas a mais por cada leito naquele Estado. “A proporção de cidadãos por leito, naquele Estado, é de 380,88. Ocorre que a Portaria de n. 1101/02 determina que essa proporção seja de pelo menos 2,5 a 3 leitos para cada mil habitantes, o que significa que os números no Maranhão ultrapassam em quase cinquenta a média nacional estabelecida: 333,33 por leito”, diz.

O artigo de Melissa Areal Pires não deixa de ser importante em momentos em que a saúde pública passa a ser vista como um problema a ser repassado a terceiros pelo Estado, que parece ainda pouco apto para garantir os dispositivos assegurados em lei.