A Associação dos pacientes renais crônicos de Osasco e região (VIDO) obteve mais uma conquista na direção de chamar a atenção para a doença renal crônica (DRC). A entidade poderá realizar com mais consistência uma série de eventos em torno da enfermidade. É que a Câmara Municipal de Osasco aprovou a lei 4.364, de 29 de outubro de 2009, de autoria do Vereador Valmir Prascidelli, que insere no calendário municipal a semana de prevenção de DRC.Arquivo da Categoria ‘Transplantes’
Osasco adota Semana de Prevenção à DRC
quarta-feira, 28 de abril de 2010
A Associação dos pacientes renais crônicos de Osasco e região (VIDO) obteve mais uma conquista na direção de chamar a atenção para a doença renal crônica (DRC). A entidade poderá realizar com mais consistência uma série de eventos em torno da enfermidade. É que a Câmara Municipal de Osasco aprovou a lei 4.364, de 29 de outubro de 2009, de autoria do Vereador Valmir Prascidelli, que insere no calendário municipal a semana de prevenção de DRC.Doença renal afeta 1 em cada 10 adultos
quinta-feira, 11 de março de 2010
De cada dez adultos, um tem insuficiência renal. No entanto, 90% desconhecem isso, conforme a Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo. Cerca de 13 milhões de pessoas sofrem com algum problema nos rins em todo o País. A prevenção é fundamental, porque os sintomas só aparecem quando o órgão já perdeu 50% de sua função. Esse é o principal alerta aos cidadãos, nesta quinta-feira, Dia Mundial do Rim.
Conforme o diretor do Hospital do Rim, José Osmar Medina Pestana, há quatro formas de identificar se os rins trabalham em perfeitas condições: exame de urina, aferição de pressão arterial, ultrassom e teste de creatinina.
Ele explica que pessoas com diabetes, hipertensão arterial e história familiar de doença renal precisam fazer essa avaliação periodicamente, com o acompanhamento de um especialista.
A obesidade e o fumo colaboraram para o surgimento de nefropatias. “Quem possui parentes que tiveram problemas nos rins, a chance do surgimento de doenças nesse órgão aumenta em 10%”, frisa.
Segundo o médico, 40% das doações desse órgão são feitas por familiares. “Os brasileiros estão mais esclarecidos nessa questão. O medo de uma operação é natural, mas as pessoas sempre colaboram para ajudar um familiar”, destaca.
O Ministério da Saúde revela que 34.640 brasileiros aguardam um transplante de rim.Desse total, 10.283 vivem no Estado de São Paulo. Cerca de 800 conseguem sair anualmente dessa agonizante fila de espera.
Milagre
No ano passado, a aposentada Elizabeth Pereira passou por uma experiência que abalou a família. Sua filha, Leila, teve um grave problema nos rins. Ficou cinco dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). A notícia surpreendeu a todos, que ficaram aflitos com a situação.
Após um ano de sofrimento, vendo a filha participar das sessões de hemodiálise, Elizabeth assumiu a responsabilidade de salvá-la com a doação do órgão. O gesto de amor ocorreu em novembro do ano passado. Atualmente, ambas vivem bem.
“Agradeço a Deus por ter me dado essa graça de ajudar a minha filha. Considero um milagre. O momento que assinei a autorização para doar meu rim foi o mais emocionante da minha vida”, afirma.
Após trabalhar 30 anos em hospitais, Elizabeth resolveu se aprofundar no assunto. Para alertar outras famílias santistas sobre os perigos da não prevenção de nefropatias, ela, amigos e parentes realizam, neste final de semana, a distribuição de material educativo da Sociedade Brasileira de Nefrologia à população de Santos.
No sábado, a partir das 16 horas, eles estarão concentrados no calçadão do Shopping Parque Balneário, no Gonzaga. No domingo, a campanha será realizada ao meio-dia, em frente à Igreja da Pompeia.
Fonte: Sandro Thadeu – Jornal “A Tribuna”
Número de transplantes feitos no país cresce 24%
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Procedimentos para rim e fígado cresceram mais
O número de transplantes realizados no país cresceu 24% no primeiro semestre deste ano em comparação com igual período de 2008. O aumento foi puxado pelo Estado de São Paulo, onde o número de transplantes quase dobrou, passando de 671 para 988. O Ministério da Saúde registrou 2.099 procedimentos feitos no país.
De acordo com Rosana Nothen, coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes, a tendência de crescimento vem desde 2006. “Temos mais gente preparada hoje e o gerenciamento nos Estados amadureceu”, avaliou.
Os transplantes de rim e de fígado foram os procedimentos que tiveram maior crescimento. No entanto, o ministério registrou queda no número de transplantes de coração e pulmão. “São procedimentos mais complexos e os órgãos “duram menos” fora do corpo humano”, disse Rosana Nothen.
Em São Paulo, o número de transplantes aumentou 51,43% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008.
O levantamento do Ministério da Saúde aponta que o número de transplantes de córneas caiu 10,86% no Estado. O Ministério da Saúde analisa o dado de forma positiva. Segundo a pasta, não há mais fila de espera por transplante de córneas e isso resulta em cirurgias sendo realizadas um mês após a inscrição do paciente. De acordo com o ministério, a rapidez reflete na redução do número de procedimentos, em um balanço de longo prazo.
O ministério vai lançar hoje uma campanha nacional para ampliar a doação de órgãos, orientando as pessoas que comuniquem suas famílias de que desejam ser doadores.
Fonte: Folha de São Paulo | Cad. Cotidiano | 27/09/2009O Brasil ainda não fornece atendimento suficiente a quem precisa de um novo rim
terça-feira, 15 de setembro de 2009Assista ao vídeo da TV Cultura com o tema “Doença Renal Crônica” veiculado no dia 18/08/2009 e que teve a participação da Presidente em exercício da SONESP, Dr. Altair Lima, do Tesoureiro da entidade e Coordenador do Programa de Diálise do HC/SP, Dr. Hugo Abensur, e também do Dr. José Medina, Diretor do Hospital do Rim e Hipertensão.
Prevenção ajuda a reduzir o número de casos de insuficiência renal
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Dois exames rápidos e que podem ser feitos na rede pública de saúde são o maior aliado na prevenção de uma doença que atinge milhões de brasileiros: a insuficiência renal.
Os especialistas alertam que identificar o problema cedo é a melhor maneira de evitar as sérias complicações.
Há dois anos, o equipamento faz o que os rins de seu Israel Marcelino Dantas não conseguem mais: filtrar o sangue do ex-manobrista. Foi por acaso que ele descobriu o problema. “Na casa da cliente eu comecei a passar mal. Eu achei que seria um problema qualquer, uma comida ou algo assim”, disse.
Era tarde demais. A hipertensão já tinha comprometido as funções renais. O seu Israel ainda tenta se acostumar à ideia de que a vida depende de uma máquina e mantém a esperança de que tudo acabe bem. “Existe uma coisa muito boa que é o transplante e eu tenho esperança que vou sair dessa”, falou.
No Estado de São Paulo, dez mil pessoas aguardam o fim dessa agonia na fila para transplante de rim. Mas, por ano, apenas 800 conseguem.
“A preocupação é mostrar para a população em geral que é possível ter a doença, que é possível tratar a doença e impedir a evolução para a insuficiência renal”, explicou João Damásio Simões, diretor de clínica nefrologia.
Enquanto o transplante não chega, centros de hemodiálise como o da Lapa são a segunda casa de pacientes com insuficiência renal. As salas estão sempre cheias das 5h30 às 20hs. São sessões de quatro horas, três vezes por semana. Para alguns, essa é a rotina há mais de 20 anos. Mas muitos pacientes não precisariam enfrentar tudo isso se soubessem do problema mais cedo.
De acordo com a Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo; de cada dez adultos, um tem insuficiência renal. Mas 90% não sabem.
“É considerada uma epidemia mundial em função de ser uma doença grave e silenciosa. Nos estágios iniciais não apresenta qualquer sinal ou sintoma, mas pode determinar a morte precoce ou a perda total dos rins se não for diagnosticada precocemente”, esclareceu Altair Lima, presidente da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo.
São considerados grupos de risco diabéticos, hipertensos, pessoas com doentes renais na família, obesos e portadores de doenças sistêmicas, como hepatite e lúpus.
Exames simples podem revelar o problema, como o de urina e o de sangue, que avalia a concentração de creatinina. Foram esses os pedidos do médico que atendeu a dona de casa Leonor de Souza Santana. Ela tem pressão alta. No momento da consulta ela estava com 18 por 11. Ficou preocupada e quer evitar complicações. O Estado de São Paulo tem hoje três milhões de pessoas com insuficiência renal.
Fonte: Rede Globo SPTVDoença renal crônica atinge 12 milhões no Brasil
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Aproximadamente 12 milhões de brasileiros apresentam algum grau de insuficiência renal e 52 milhões correm risco de desenvolver o problema por serem idosos, obesos, diabéticos, hipertensos ou terem algum histórico familiar – os principais grupos de risco da doença. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a insuficiência renal afeta um em cada dez indivíduos, mas cerca de 90% não sabem que têm a doença, uma realidade que muitos desconhecem e que poderia ser evitada.
A falta de informação e a ausência de sintomas nos estágios iniciais da doença – eles só se manifestam quando o rim já perdeu 50% de sua função -, levam, na maioria dos casos, a um diagnóstico tardio. Na prática, isso significa que o paciente necessitará de diálise ou até mesmo de um transplante de rim, o que poderia ser evitado na maioria dos casos.
“Devido à demora no diagnóstico, os pacientes já chegam ao serviço de saúde em estado crítico, precisando de tratamentos mais complexos, que podem comprometer sua qualidade de vida. A situação poderia ser evitada se a doença fosse detectada em fase inicial, com uma simples dosagem de creatinina no sangue e análise de urina”, afirma a nefrologista Altair Lima, presidente da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo – SONESP.
Cerca de 95 mil renais crônicos no país dependem de diálise ou transplante para sobreviver. A estimativa dos especialistas é que esse número ultrapasse 105 mil casos em 2010 e duplique nos próximos dez anos, sobrecarregando o sistema de saúde.
Atualmente, os pacientes já enfrentam a falta de vagas em clínicas e hospitais para realizar hemodiálise ou precisam percorrer longas distâncias para ter acesso à terapia, o que dificulta a adesão ao tratamento e aumenta a incidência de óbitos. Estima-se que, a cada ano, cerca de 4 mil pacientes não conseguem vaga para se tratar.
Do total de doentes em diálise, cerca de 90% submetem-se à hemodiálise e o restante dos pacientes encontraram-se na Diálise Peritoneal (DP), modalidade domiciliar de terapia renal, geralmente realizada à noite – o que possibilita que levem vida ativa e praticamente normal.
“Além de facilitar a adesão ao tratamento, a DP é uma alternativa para a falta de vagas para hemodiálise nos hospitais e clínicas do país. Ela é muito vantajosa para crianças, que não precisam perder aula, e pacientes que vivem distante dos centros de hemodiálise”
Fonte: Rede Notícia
Vídeo “Doença Renal Crônica” – Parte 7
quarta-feira, 12 de agosto de 2009Esta é a sétima parte do Programa “Doença Renal Crônica” veiculado pela TV Assembléia em 2008 e que contou com a presença do então Presidente da SONESP, Dr. Márcio Dantas, a atual Presidente da Sociedade, Dra. Altair Lima, o Diretor Científico, Dr. João Egídio e ainda o Deputado Estevão Galvão.
Vídeo “Doença Renal Crônica” – Parte 6
quarta-feira, 12 de agosto de 2009Esta é a sexta parte do Programa “Doença Renal Crônica” veiculado pela TV Assembléia em 2008 e que contou com a presença do então Presidente da SONESP, Dr. Márcio Dantas, a atual Presidente da Sociedade, Dra. Altair Lima, o Diretor Científico, Dr. João Egídio e ainda o Deputado Estevão Galvão.
Vídeo “Doença Renal Crônica” – Parte 4
quarta-feira, 12 de agosto de 2009Esta é a quarta parte do Programa “Doença Renal Crônica” veiculado pela TV Assembléia em 2008 e que contou com a presença do então Presidente da SONESP, Dr. Márcio Dantas, a atual Presidente da Sociedade, Dra. Altair Lima, o Diretor Científico, Dr. João Egídio e ainda o Deputado Estevão Galvão.
Vídeo “Doença Renal Crônica” – Parte 3
quarta-feira, 12 de agosto de 2009Esta é a terceira parte do Programa “Doença Renal Crônica” veiculado pela TV Assembléia em 2008 e que contou com a presença do então Presidente da SONESP, Dr. Márcio Dantas, a atual Presidente da Sociedade, Dra. Altair Lima, o Diretor Científico, Dr. João Egídio e ainda o Deputado Estevão Galvão.
Doença Renal Crônica [2:24m]:
Doença Renal Crônica - parte 7: