Eleições SONESP | A sala de votação virtual já está aberta!

20 de outubro de 2014

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Caros Colegas, 

Pela segunda vez, a votação para as eleições da SONESP – Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo será por via eletrônica,através do link:

www.eleicaosbn2014.org.br/sonesp

Período de Votação: 20 de outubro a 20 de novembro de 2014.

Para votar será necessário a utilização do numero de seu CPF e senha de cadastro da SBN.

A secretaria da SONESP encontra-se à disposição para qualquer esclarecimento que se fizer necessário.

Contamos com a participação e o voto de todos. 

sonesp(1)

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Abertura das Candidaturas para as eleições SONESP (Biênio 2015 – 2016)

24 de setembro de 2014

Prezados Colegas,

As candidaturas as eleições da SONESP – Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo, para o Biênio 2015/2016, estão abertas para preenchimento dos Cargos:

Diretoria Executiva:

  •   Presidente
  •   Vice-Presidente
  •   Secretário
  •   Tesoureiro
  •   Diretoria Científica
  •   Diretor de Defesa Profissional

    Conselho Fiscal:

  • Composto por três (03) membros

Delegados Regionais
São seis (06) as Regiões do Estado de São Paulo, abaixo discriminadas:

  •   Região 1 – Capital do Estado (Região Metropolitana)
  •   Região 2 – Taubaté, Santos, Sorocaba, Registro e São José dos Campos
  •   Região 3 – Ribeirão Preto, Franca e Araraquara
  •   Região 4 – São José do Rio Preto e Barretos
  •   Região 5 – Bauru, Araçatuba, Marília, Botucatu, Assis e Presidente Prudente
  •   Região 6 – Campinas, Piracicaba e São João da Boa Vista

    Os associados interessados na candidatura, devem entrar em contato com a Sra. Carla, secretária da SONESP, através do telefone (11) 5579.1242 para preenchimento da Chapa Eleitoral, até o dia 08 de outubro de 2014, impreterivelmente.

    Atenciosamente,

    Dr. Hugo Abensur Presidente

     

Candidaturas SONESP

17ª Campanha Nacional Gratuita em Diabetes

25 de agosto de 2014

17ª Campanha Nacional Gratuita em Diabetes

Realidade do Atendimento Nefrológico no País

17 de julho de 2014

SONESP - Posicionamento as Clínicas

1 em 10. O Rim Envelhece Assim Como Nós

13 de março de 2014

Campanha de Prevenção de Doenças Renais

  • Parque do Ibirapuera
  • Domingo – 09/03/2014 das 08h às 14h

 

Reunião Clinica de Atualização – SBEM-SP

27 de novembro de 2013

SBEM SBEM-SP e Sociedades relacionadas – SBN-SP

Data: 14 de Dezembro de 2013
Tema: Inter-relações da Endocrinologia/Nefrologia
Local: Hotel Try Higienópolis – Rua Maranhão, 371 – Higienópolis – São Paulo/SP
Informações e Inscrições: 55 11 3822.1965

Coordenação:

Dr. Evandro Portes (SBEM-SP) | Dr. Hugo Abensur (SONESP)

Programa
8:45 – 9:00hs – Abertura

9:00 – 9:25hs: Tratamento do diabetes mellitus no paciente com doença renal crônica – Dr. João Roberto Sá (SBEM-SP)

9:25 – 9:50hs: Hiperglicemia na diálise – Dr. Mauro Sergio Martins Marrocos (SONESP)

9:50 – 10:15hs: Nefropatia Diabética – Dra. Silvia Titan (SONESP)

10:15 – 10:30hs: Discussão

10:30 – 10:45hs: Intervalo

10:45 – 11:10hs: Avaliação da função tireoideana no paciente com doença renal crônica – Dr. João Roberto Maciel Martins (SBEM-SP)

11:10 – 11:35hs: Fisiopatologia e tratamento do Hiperparatireoidismo secundário à doença renal – Dra. Rosa Maria A. Moysés (SONESP)

11:35 – 12:00hs: Discussão e encerramento

1º Simpósio de Epidemiologia Clínica do Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde

13 de novembro de 2013
1º Simpósio de Epidemiologia Clínica do Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde

1º Simpósio de Epidemiologia Clínica do Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde

SONESP apóia enevto sobre SHU atípica

10 de novembro de 2013

No dia 31 de outubro de 2013, ocorreu em Ribeirão Preto, no Centro de Convenções do Hotel Araucária, evento sobre “Atualização em Síndrome hemolítico-urêmica atípica, apoiado pela SONESP. O evento contou com cerca de 40 participantes da região, entre nefrologistas e hematologistas, e foi coordenado pela Dra. Lilian Monteiro, Nefrologista Pediátrica e uma das maiores conhecedoras do assunto no país.

José Medina Pestana: O exemplo da insulina

29 de outubro de 2013

A discussão em torno do uso de animais em experimentação não se resume ao fato de sermos favoráveis ou contrários. A discussão implica a necessidade de se fazê-lo para o desenvolvimento do conhecimento científico e subsequente aplicação em benefício da qualidade de vida.

Nas últimas décadas, alternativas tecnológicas têm sido estabelecidas de modo a evitar que um número maior de animais seja utilizado. Um exemplo está no desenvolvimento da insulina, cuja descoberta trouxe uma forma de quase ressurreição aos pacientes diabéticos. A insulina foi inicialmente extraída do pâncreas bovino, depois do pâncreas suíno e hoje é sintetizada sem necessitar do sacrifício de animais.

Entretanto, existem situações na pesquisa ou no cotidiano clínico em que o abandono completo do uso de animais ainda não é possível. Como exemplos encontramos o desenvolvimento e produção de vacinas, bem como de anticorpos utilizados como reagentes diagnósticos, ou como meio de tratamento de algumas formas de câncer como os linfomas.

Também ocorrem durante o extenso período de desenvolvimento de um novo medicamento, em que as agências regulatórias públicas demandam testes em animais antes do uso no primeiro voluntário humano, buscando antecipar o conhecimento de sua toxicidade ou mesmo de sua eficácia.

Considerando essas situações, é essencial um sistema regulatório de proteção que garanta o bem-estar dos animais, minimize seu sofrimento e que ainda traga paz de consciência para o pesquisador.

A primeira lei brasileira sobre o assunto foi promulgada por Getulio Vargas em 1934 (decreto-lei no 24.645). Embora na maioria dos seus artigos predomine os cuidados voltados para animais de grande porte utilizados no trabalho de carga, ela estabeleceu que “os animais existentes no país são tutelados pelo Estado, sendo penalizado quem lhes aplicar maus tratos, mesmo no interesse da ciência”.

Em 1979, a lei no 6.638 estabeleceu as primeiras normas para a prática didática científica com uso de animais. Em 1998, a lei de crimes ambientais no 9.605 determinou penas para envolvidos em experiência dolorosa ou crueldade com animais vivos, quando disponíveis recursos alternativos.

Nesse período, setores da comunidade científica, entre eles o Colégio Brasileiro de Experimentação Animal, criaram manuais para descrever os princípios éticos de manuseio e cuidados com o uso de animais de laboratório.

Em 1995, o sanitarista e deputado federal Sergio Arouca propôs a lei no 11.794, que só foi promulgada em 2008 e regulamentada em 2009.

Em seis capítulos, ela incentiva princípios internacionais de refinamento, redução e

substituição do uso de animais, cria a política nacional do uso de animais em atividades acadêmicas científicas, determina a criação de comissões de ética nas instituições (CEUAs) e estabelece a criação do Conselho Nacional de Experimentação Animal (Concea), que tem, entre seus 14 membros, seis ministros de Estado e dois representantes de sociedades protetoras de animais.

A lei lista as condições para a criação e uso de animais e as penalidades aplicadas aos transgressores. Determina que as pesquisas só podem ser realizadas em instituições previamente credenciadas e sob supervisão de profissional de nível superior. Criou normas de alojamento, sedação e eutanásia e limites quanto ao grau de sofrimento.

Hoje, ainda não é possível ser abolida a utilização de animais em modelos experimentais, mas eles devem estar alinhados à interpretação apropriada da Lei Arouca.

Nossa missão é aprimorar sua aplicação, utilizando as comissões locais (CEUAs) para bem analisar os projetos de pesquisa, excluindo aqueles que são redundantes, que não apresentam perspectiva de benefício científico ou que utilizam número excessivo de animais, mesmo sendo ratos ou camundongos, que, embora considerados de escala filogenética inferior aos cães, representam organismos de vida bastante evoluída.

O progressivo desconforto público com muitos aspectos da pesquisa com animais e o debate que agora se intensifica são benéficos para despertar ou aguçar nossa consciência sobre o processo de aprimoramento do respeito ao seu bem-estar, não só na pesquisa, mas no cotidiano desse nosso convívio.

JOSÉ MEDINA PESTANA, 60, é professor titular de nefrologia e coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo e membro da Academia Nacional de Medicina

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PARTICIPAÇÃO

Para colaborar, basta enviar e-mail para debates@uol.com.br.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

Endereço da página:

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/10/1362308-jose-medina-pestana-o-exemplo-da-insulina.shtml

Links no texto:

debates@uol.com.br

Palestra Internacional “Glomerular diseases – the past 60 years: what did we learn, and how?”

14 de outubro de 2013

Prof. Dr. John Stewart CameronA Disciplina de Nefrologia da Faculdade de Medicina USP tem a honra de convida-los para a Conferência intitulada: “Glomerular diseases – the past 60 years: what did we learn, and how?”, com a ilustre presença do Prof. Dr. John Stewart Cameron

  • Data:22/10/2013 às10hs
  • Local: Teatro da Faculdade de Medicina USP Av. Dr Arnaldo, 455

O Prof. Dr. John Stewart Cameron iniciou suas atividades em Nefrologia na década de 1950. Em 1962, fez sua especialização na Cornell, Nova York, e em 1963 voltou para o Guy ́s Hospital, em Londres. Foi extremamente ativo em várias áreas da Nefrologia, incluindo doenças glomerulares, vasculite, nefropatia lúpica, nefropatia diabética, nefrologia pediátrica, ácido úrico e doença renal, diálise peritoneal e transplante.

Prof. Cameron participou de muitos avanços na área nefrológica: foi autor do primeiro estudo controlado, randomizado em nefrologia. Foi pioneiro no uso da matemática descritiva em estudos de acompanhamento de pacientes. O seu grupo foi o primeiro a usar ciclofosfamida oral para o tratamento da nefrite lúpica, além de ser um dos primeiros a introduzir o uso de azatioprina em lupus e outras doenças.

Prof. Cameron foi autor de cerca de 460 publicações, editou 12 livros e escreveu mais de 150 capítulos de livros. Atualmente tem um índice H de 69, com mais de 14.000 citações. Entre suas publicações de maior impacto estão os artigos publicados no New England Journal of Medicine, The Lancet (69 artigos), Journal of Clinical Investigation, British Medical Journal (49 artigos), Journal of the American College of Cardiology , Circulation, entre outros. Treinou mais de 200 nefrologistas do Reino Unido e de todo o mundo.

O seu envolvimento com a International Society of Nephrology (fundada em 1960) começou em 1966, no Congresso de Washington, tornando-se presidente da ISN em 1992. Participou do 1o Congresso EDTA, em 1964, tornando-se presidente desta Sociedade em 1984.

Atualmente, é Professor Emérito da Renal Medicine in King’s College London, uma vez que o Guy’s Hospital Medical, onde Prof. Cameron foi o Chefe da Nefrologia, foi integrado a esta Instituição em 1998. Após sua aposentadoria, escreveu várias publicações sobre a história da nefrologia.

Nos inúmeros prêmios que recebeu, chama a atenção as seguintes observações feitas com relação às suas atividades: “trabalho científico imenso”, “grande reconhecimento internacional”, “ainda muito presente na literatura”, “uma das figuras mais inspiradoras em nefrologia”.

O Prof. Dr. John Stewart Cameron é realmente um dos gigantes da nefrologia, que esteve na base de muitas das principais realizações que têm repercussão até hoje.